Pesquisa Staples responde: O que o brasileiro espera do setor profissional em 2016?

Empreendedorismo, Vida profissional | 20 de janeiro de 2016 |

O ano de 2015 ficou para trás no calendário, mas e no âmbito profissional dos trabalhadores? A recessão econômica ainda promove reflexos no dia a dia? Fomos em busca destas respostas para descobrirmos o que, de fato, os brasileiros esperam de 2016. Confira os resultados da nossa nova Pesquisa Staples.

Dificuldades

Mais da metade dos nossos entrevistados (55,2%) afirmaram que 2015 realmente foi um ano difícil para as empresas – e, consequentemente, para os trabalhadores delas-, enquanto somente 15,2% disseram que 2015 foi ótimo para os negócios. O restante, 29,6%, acredita que foi um ano normal.

Por essa queda econômica, o resultado da pesquisa apontou que 35,2% das empresas estão em fase de retenção, ou seja, diminuindo o quadro de funcionários e investindo e produzindo menos. Já a maior parte (43%) está em fase de manutenção: restabelecendo-se e procurando uma maior consistência para 2016. Com isso, somente 21,9% está em fase de crescimento, expandindo os negócios.

Este cenário também foi sentido no momento de repassar os aumentos aos funcionários. Apenas 31,1% dos que responderam a pesquisa tiveram um aumento salarial em 2015. Ou seja, 68,9% mantiveram a renda, mesmo com o disparo da inflação.

Oportunidades

Apesar de 51,2% dos entrevistados não considerarem um bom momento para trocar de emprego – a não ser que o colaborador receba uma proposta fixa e bem encaminhada-, 2016 ainda traz a esperança de boas oportunidades profissionais.

Tendo isso em mente, 61,5% responderam que ainda acreditam que a empresa onde trabalham pode oferecer novas oportunidades. Ou seja, apenas 38,5% apostam em um ano em que a recessão econômica continua.

Expectativas

Diante deste cenário, confira algumas das expectativas, bem diversificadas, dos entrevistados para este ano.

“2016 será um ano difícil, mas acredito que com oportunidades e também muito trabalho para cumprir as metas estipuladas”.

“Que seja um ano de muito trabalho, próspero em aprovações de orçamentos e que possamos crescer para gerar mais renda para a empresa e, consequentemente, dar mais oportunidades de empregos a quem precisa e quer trabalhar. Que no ano de 2016 possamos contrariar a expectativa dos economistas brasileiros”.

“Eu espero manter o quadro de colaboradores em 2016. Quanto ao crescimento, eu acredito que não será aquele esperado. Por isso, ficando como está já é um lucro”.

“Espero um ano mais promissor, que aumente os fechamentos dos orçamentos e das vendas. Além disso, que o esforço do nosso trabalho seja reconhecido”.

O momento realmente comprova que 2016 tende a ser um ano de manutenção econômica, mas que também traz algumas novas oportunidades. O importante é manter o orçamento dentro do limite e buscar diferentes chances no mercado.

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