Dia do Inventor: invenções que mudaram nosso jeito de trabalhar

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Tecnologia | 3 de novembro de 2015 |

Talvez você não saiba, mas em 4 de novembro é comemorado o Dia Internacional do Inventor. A data foi idealizada pelo alemão – e também inventor – Gerhard Muthenthaler de modo a incentivar as pessoas a terem mais ideias inovadoras e a relembrar os grandes inventores.

Pensando nas invenções que mudaram – e muito – a forma como nos relacionamos com o trabalho, a Staples conversou com a designer Carine Garcia, que listou as principais invenções que mudaram o jeito dela de trabalhar.

O computador, que se baseou em diversas invenções, a mais importantes delas feita pelo alemão Konrad Zuse, em 1936: o computador eletromecânico. “Comecei a trabalhar na área em 1998, quando já havia computador. Mas nem tudo era automatizado como é hoje: usávamos mesas de corte e lâminas, para montar o esqueleto do trabalho antes de mandar ao cliente, e conta fios, uma pequena lupa que servia para confestarir se as cores estavam certas para impressão”, diz a designer.

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A internet, cuja pesquisa começou na década de 1960, mas culminou com a invenção da World Wide Web (o www que antecipa a url dos sites atualmente) pelo engenheiro inglês Tim Bernes-Lee, em 1990. “Só um dos computadores da agência de publicidade tinha internet e daquelas discada, pagas por pulso e, por isso, extremamente caras. Enviavámos os materiais ao cliente impressos via motoboy ou entregues por um executivo de atendimento. Usávamos pouquíssimo o equipamento com acesso à internet”.

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O HD Externo, também chamado de disco rígido extra, que foi criado em 1957, pelos executivos da IBM, mas só se popularizou no final dos anos 90. “Como a aprovação dos materiais era feita via motoboy ou por um executivo de atendimento, que levava as impressões e trazia todas alterações e assinaturas feitas diretamente no print, precisávamos guardar um monte de papel como forma de documentação”.

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O e-mail, criado em 1971 por Ray Tomlinson, na época chamado de correio eletrônico e que só permitia trocar mensagens com outros computadores em rede, já que não existia a internet. “A aprovação acontecia manualmente: o cliente conferia o trabalho porque o enviávamos impressos, em mãos, e era formalizada por assinaturas feitas na impressão. Recebíamos as demandas por telefone ou combinávamos o trabalho em reuniões presenciais”, relembra.

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Programas como o Pagemaker, administrado por Bruce Chizen, Charles Geschke, Del Yocam, John Warnock e Shantanu Narayen e descontinuado em 2004; o  Photoshop, idealizado pelos irmãos Thomas Knoll e John Knoll em 1987 e lançado pela Adobe em 1990; e o InDesign, lançado pela Adobe em 1998. “Eles já existiam quando comecei a trabalhar, mas eram extremamente básicos. Por exemplo, o Pagemaker era utilizado para fazer publicações com várias páginas, como livros e revistas. Hoje, este programa foi substituído pelo InDesign, muito mais completo e integrado ao Photoshop. Mas, para a época, o Pagemaker era sensacional e facilitava muito o trabalho”.

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Ela salienta que, a princípio, as invenções serviam como forma de facilitar as atividades. “Eram uma ferramenta”, afirma. No entanto, com o passar dos anos, ela mudaram as demandas da área. Hoje a principal demanda pelo trabalho é web – digital. Antigamente, tudo era off – impresso”. E, também, o seu jeito de trabalhar. “Os prazos eram maiores, mas, se cometíamos erros, os erros eram maiores. Hoje, tudo é para ontem, mas mais fácil de consertar”, finaliza.

E você, na área em que trabalha as invenções impactaram nas suas atividades? Conte para a gente!

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